1951/1956 -- Duas crianças, um enorme quintal e muitas travessuras
Eu e meu irmão, a dupla dinâmica.
O banheiro, caros leitores, ficava no quintal e era chamado de "casinha"; sim, era terrível e assustador!!! Sair no meio da noite, para fazer um simples xixi, não animava ninguém.
Mas, não se preocupem...tínhamos um trunfo escondido embaixo das camas, o famoso e nada discreto, PENICO ou URINOL😊
(imaginem o cheirinho do quarto...)
Um lugar a ser desbravado, por duas crianças cheias de energia, e muita curiosidade.
Mamãe, fazia todo os serviços da casa e ainda costurava nossas roupas, então, ficar o tempo todo de olho nos filhos, fazia dela uma verdadeira malabarista, pois havia muitas oportunidades de acidentes, em um quintal com árvores, passagens secretas pelas cercas vivas e o mais assustador, o poço, em que essas crianças levadas, poderiam cair sem dificuldade alguma, pois eram campeãs em malabarismos
Certa vez, resolvemos cozinhar e juntamos uns tijolos, colocamos papéis rasgados e tacamos fogo. "Foi, um Deus nos acuda!", porque simplesmente, a fogueira estava acesa na sala, que era de tábuas corridas... Mas, "a grande heroína", chamada Mãe, chegou a tempo de evitar uma catástrofe.
Assim, passamos a primeira fase da infância, até minha mãe ficar doente e tivemos que mudar para perto da vovó Albertina, e toda a família em Bonsucesso, subúrbio da Zona Norte do Rio. Mas, como a dupla era arretada em qualquer lugar, fizemos desse local, nossa base para novas aventuras, mas isso, já é uma outra história!
Até lá!
Mamãe, fazia todo os serviços da casa e ainda costurava nossas roupas, então, ficar o tempo todo de olho nos filhos, fazia dela uma verdadeira malabarista, pois havia muitas oportunidades de acidentes, em um quintal com árvores, passagens secretas pelas cercas vivas e o mais assustador, o poço, em que essas crianças levadas, poderiam cair sem dificuldade alguma, pois eram campeãs em malabarismos
Certa vez, resolvemos cozinhar e juntamos uns tijolos, colocamos papéis rasgados e tacamos fogo. "Foi, um Deus nos acuda!", porque simplesmente, a fogueira estava acesa na sala, que era de tábuas corridas... Mas, "a grande heroína", chamada Mãe, chegou a tempo de evitar uma catástrofe.
Assim, passamos a primeira fase da infância, até minha mãe ficar doente e tivemos que mudar para perto da vovó Albertina, e toda a família em Bonsucesso, subúrbio da Zona Norte do Rio. Mas, como a dupla era arretada em qualquer lugar, fizemos desse local, nossa base para novas aventuras, mas isso, já é uma outra história!
Até lá!
Texto: Sonia A. Costa
Imagens: Arquivo de Sonia A. Costa






Recordar é viver
ResponderExcluirAmeeiiii...aguardando o próximo capítulo!
ResponderExcluirBjsssss
Adoreiii muito bem escrito, está de parabéns por todos os textos...bjos Cida
ResponderExcluirAgradeço muito os comentários. Eles são incentivos para a caminhada 🙏🏻
ResponderExcluir