Mal de Alzheimer - Quando alguém dá adeus sem ir embora
| Minha mãe |
Assim aconteceu comigo e minha mãe. Os dias se passavam, e eu achava que as esquisitices, esquecimentos e manias eram coisas corriqueiras da idade que avançava; Mal sabia que a nossa espreita rondava uma doença dolorosa,o mal de Alzheimer. Eu não conhecia nada deste inimigo e muito menos o seu poder de fogo.
Foi então que comecei uma guerra e tentava combate-la com informações; entrei em sites, fui a neurologistas, dei remédios que retardavam o processo, mas, enfim, depois de insucessos percebi que cada dia que passava meu querido anjo da guarda, aquela que em todos os dias de minha vida esteve comigo agora me dava adeus.Passei longas noites e dias infinitos assistindo a doença vencer. E infelizmente ela saiu vencedora.
Após oito anos de sua partida, digo para quem também está passando pela mesma situação; não desista, e sei que a tarefa é árdua, tanto no aspecto emocional, quanto no aspecto físico, principalmente para quem não dispõe de recursos e convive como eu ,durante as vinte e quatro horas do dia com os conflitos que chegam conforme o tempo vai passando, até o último suspiro.
Existe um remédio
muito eficaz que pode ser dado várias vezes ao dia e faz o doente
melhorar sempre: AMOR
Busque informações em sites confiáveis e ajuda para saber lidar com seus amores com essa doença.
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